O nome da revista é Sorria. Ela é da Editora Mol, da querida Roberta Faria, e é distribuída a R$ 2,50 nas farmácias da rede Droga Raia. Descontados os impostos, toda a renda é revertida para o GRAACC, que ajuda as crianças com câncer. O tema principal dessa edição, a terceira, é aprender. A revista, que versa sempre sobre a felicidade e maneiras simples de apreciar o lado bonito da vida, tá linda, com belíssimas fotos e ilustrações. E tem um texto meu, ops, da Cecília Selbach. Quando eu conseguir escanear, coloco aqui para vocês lerem, mas super vale a pena procurar e comprar.
Entradas do Julho 2008
Para ler sorrindo
Julho 31, 2008 · Deixe um comentário
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: jornalismo, mudar o mundo, trabalhos
resenha
Julho 30, 2008 · Deixe um comentário
Alexandre escreve sobre o perfil de Caio. Faz comparações que eu não tinha me dado conta, como uma semelhança entre o livro e a obra de Michael Cunningham, As Horas. Adoro o livro, adoro o filme, adoro o autor, então acho que é bom, né?
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: biografias, caio f., caio fernando abreu, crítica, jornalismo, livros, perfis, resenhas, sites
O carro é o novo cigarro – p. II
Julho 27, 2008 · 3 Comentários
Diálogos para o futuro – Conversas que você vai ouvir nas próximas décadas
- Tá sabendo?
- O quê?
- A câmara tá com projeto de lei para instalar um autódromo na cidade. Não vai poder mais andar de carro em qualquer lugar, só lá dentro.
- Mas isso é um absurdo! E a liberdade individual? E o direito de ir e vir?
- Parece, irmãozinho, que seu direito acaba quando começa o do outro. E o pessoal tá de saco cheio do trânsito.
- É impossível. Não vão aprovar uma lei dessa. As empresas de carro ganham muito dinheiro.
- As de cigarro também ganhavam. Mesmo assim o fumo foi banido dos locais públicos. E o cigarro nem era um dos grandes vilões do aquecimento global…
- Quer dizer que vão segregar os motoristas, só vai poder dirigir num lugar específico?
- Parece que sim.
- E aí, o que é que eu vou fazer?
- Não se preocupa. Você pode se inscrever no programa Viva Mais, Viva sem Carro. Eles ajudam você a se livrar do vício, ops, hábito.
- Primeiro, foi o pedágio urbano. Depois, a proibição de andar pelo centro e o rodízio duas vezes por semana. Depois as taxas que tornaram os carros caríssimos. É uma perseguição.
- É, irmãozinho. Melhor se acostumar. O carro é contra o espírito do tempo.
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: carros, cigarro, diálogos para o futuro, trânsito
O carro é o novo cigarro
Julho 27, 2008 · Deixe um comentário
Diálogos para o futuro – Conversas que você vai ouvir nas próximas décadas
- Veio de carro, é?
- Errr… Sim.
- Faz mal pra saúde, sabia? A fumaça, os gases tóxicos. Sem contar os acidentes.
- É, eu sei. Mas com as crianças, sabe, fica difícil não usar, e…
- O quê? Você usa o carro NA FRENTE DAS CRIANÇAS? Olha o mau exemplo!
- Ah, mas isso nós já explicamos pra elas: carro é coisa de adulto, criança não pode.
- Mesmo assim, quando crescerem, vão querer usar. Tá cheio de pesquisa aí dizendo que filhos de quem dirigia o próprio carro quando elas eram pequenas são mais propensas a se tornar motoristas elas mesmas.
- Olha aqui, cansei desse papo. O carro é meu problema, não tou incomodando ninguém.
- Não tá? E toda a fumaça que você solta na rua, irmãozinho? Mesmo quem não dirige, como eu, vira motorista passivo. Aliás, mais que isso, porque os motoristas ainda podem fechar os vidros, enquanto os pedestres têm que ficar com a cara preta de fuligem.
- Ah, o que não mata, engorda.
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: carros, cigarro, diálogos para o futuro, trânsito
mais
Julho 27, 2008 · Deixe um comentário
Mais dois sites pra quem gosta do Caio: Gabriela Casartelli e Caio F.
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: caio f., caio fernando abreu, livros, sites
caio no cinema
Julho 23, 2008 · 4 Comentários
O Cine Clube LGBT, do Rio de Janeiro, vai fazer uma sessão especial Caio Fernando Abreu, com a exibição dos curtas Dama da Noite, Sargento Garcia e o mais longuinho Aqueles Dois. Pena que é só no Rio. Bem que alguém podia organizar uma sessãozinha por aqui, né?
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: agenda, caio f., caio fernando abreu, cinema
blogs sobre caio
Julho 22, 2008 · Deixe um comentário
Para quem não conhece a obra do Caio Fernando Abreu, vale dar uma olhada em blogs que publicam trechos do escritor, como Sem Amor Só a Loucura e Caio Fernando Abreu. Alguns outros sites não são só sobre o Caio, mas coletam trechos de escritores, entre os quais ele, como o Jessiet’s Weblog e o Margarida e Violeta. Se alguém conhecer mais algum blog ou site dedicado ao Caio, me avise, sim?
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: caio f., caio fernando abreu, livros, sites
entrevista – guilherme de almeida prado
Julho 21, 2008 · Deixe um comentário
Guilherme de Almeida Prado, cineasta e amigo do Caio que acabou de lançar o filme Onde Andará Dulce Veiga, baseado na obra do autor, deu entrevista para Gisela Anauate, no blog Mente Aberta, da revista Época. Aqui um trechinho: “Não que eu quisesse, mas o personagem tem muito do jeito do Caio de falar, de andar, de fumar sem parar. A máquina de escrever usada no filme é igualzinha à que ele usava. E se o Caio fosse escolher um ator para interpretá-lo, ele chamaria um bonitão como o Eriberto Leão (risos).”
O que eu achei do filme? A princípio, gostei. No momento não consigo ter muito distanciamento; estive tão envolvida com Caio que meu julgamento fica meio embaçado. Eu achava que a Dieckmann não ia convencer no papel de roqueira, mas olha, ela foi até bem, fez um belo personagem, talvez um pouco caricato demais (tipo a Juliette Lewis na sua banda, sabe? Todos os clichês do rock ao mesmo tempo). Eriberto faz um Caio forte e sarado demais, mas funciona (tirando aquele cabelo alisado, uma textura que não entendi muito bem), e a Maitê faz bem o papel de musa noir, embora duble as canções, o que é sempre meio esquisito. Reviravoltas, referências, eu gosto da história. O happy ending parece happy demais, não apenas a redenção que Caio costuma sugerir. Preciso ver de novo para ter alguma conclusão mais concreta, eu acho.
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: caio f., caio fernando abreu, cinema
homenagem no gasômetro
Julho 21, 2008 · Deixe um comentário
Na Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, tem essa homenagem ao Caio, um neón com o nome dele. O Du foi lá e tirou uma foto. Se alguém tiver a foto noturna, com o neón aceso, mande que eu coloco aqui.

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: caio f., caio fernando abreu, lugares
no diário catarinense – p. II
Julho 18, 2008 · 2 Comentários
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: biografias, caio f., caio fernando abreu, imprensa, jornalismo, livros, perfis
no diário catarinense
Julho 18, 2008 · Deixe um comentário
Essa saiu na coluna Contracapa, do Marcos Espíndola, do Diário Catarinense. Peguei na internet, do meio de outras notas. Se alguém tiver o jornal, guarda pra mim, please?
——————————————————————————–
17 de julho de 2008 | N° 8133
Contracapa | Marcos Espíndola
Ainda na faculdade, Jeanne Callegari se lançou no desafio de mergulhar na vida e obra de uma das personalidades mais polêmicas e brilhantes do final do século passado para compor o seu Trabalho de Conclusão de Curso em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Do TCC concluído em 2005, o projeto foi ampliado com mais entrevistas e surge agora o livro Caio Fernando Abreu – Inventário de um escritor irremediável (Editora Soeman). Morto em 1996 por complicações resultantes da Aids, Caio é até hoje tema de culto, seja por seus leitores e por muitos pesquisadores. Trata-se de uma reportagem que reconstrói a vida do autor, desde a sua infância até a morte anunciada em uma crônica de jornal.
Como não poderia ser diferente, Jeanne pensa em fazer um lançamento em Florianópolis, que pode acontecer em setembro, já que ela estará, no dia 12, na capital gaúcha, promovendo a obra no Porto Alegre em Cena. Detalhe: no mesmo dia em que Caio completaria 60 anos em vida.
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: biografias, caio f., caio fernando abreu, imprensa, jornalismo, livros, perfis
na coluna gente boa, do globo
Julho 17, 2008 · 2 Comentários
Quem me avisou foi o Zé, eu não tinha visto. Ali, a última notinha do último cantinho da coluna do Joaquim Ferreira dos Santos. Saiu ontem no jornal O Globo. Tá certo que erraram meu nome e o da livraria, mas enfim.
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: biografias, caio f., caio fernando abreu, imprensa, jornalismo, livros, perfis
na vitrine
Julho 16, 2008 · 4 Comentários
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: biografias, caio f., caio fernando abreu, jornalismo, livros, perfis
4 1/2 policiais
Julho 15, 2008 · Deixe um comentário
Dando uma folga ao assunto do Caio. Nas férias, que terminaram domingo, aproveitei para ler. E decidi que ia ler só romances policiais. Depois de muita leitura de tendências e livros de trabalho, estava precisando lembrar o motivo pelo qual sempre gostei de ler: a fruição, o prazer, puro e simples. Funcionou. Eu me diverti e consegui desligar um pouco de todas as milhares de coisas que andam rondando a cabeça.
A interpretação do assassinato, Jed Rubenfeld: Um dos recentes. Mistura fatos reais, como a visita de Freud aos Estados Unidos, com ficção, o assassinato de uma mulher, que Freud ajuda a desvendar. A arquitetura do romance é precisa: tudo se encaixa, o suspense é grande, o final, surpreendente. Não entendo o suficiente de psicologia para saber se a teoria de Freud, principalmente o complexo de Édipo, não está um pouco simplificada, sem muitos subtextos. O autor parece simpatizar muito com Freud e pinta um Jung um tanto quanto estranho, místico, pervertido. Também me parece que os personagens são muito atuais; parece que agem mais conforme os costumes de hoje. Mas isso é bobagem. O que importa é a historinha que ele cria, a relação dos personagens, e essa é das boas. Seu “detetive”, na verdade um jovem terapeuta apaixonado pelas teorias de Freud, é carismático, embora não tanto quanto alguns ícones da história do policial. Em promoção, aqui.
O valete de espadas, Boris Akunin: Esse também é dos atuais. Escrito por um russo, se passa na Rússia, o que já o diferencia de muita coisa. Está num território mais leve, aqui, que os romances noir. Nada de mortes, coisas pesadas. Ao menos nesse volume (as aventuras do detetive Fandórin são uma série) temos um caso de um estelionatário incrivelmente talentoso, que consegue escapar das garras de Fandórin. Poucos autores conseguem criar vilões realmente interessantes, e o Valete de Espadas é um deles. Do tipo que ainda hoje, e em qualquer época, se vê na rua. Espero, apaixonante, mesmo. A gente quase não quer que ele seja pego. O detetive, Fandórin, tem carisma (apesar da gagueira ser um traço pouco interessante e destoante em sua personalidade), assim como seu assistente, Anissi, responsável por muitas risadas.
O sono eterno, Raymond Chandler: Então, fazia um tempo que eu não lia um Chandler. Quando comecei a leitura, me perguntei: por quê? Ele tem as metáforas e descrições mais exatas, a trama mais intrincada e sensacional. E, obviamente, ele tem Philip Marlowe. O sono eterno é o primeiro romance com Marlowe, que vinha sendo preparado em contos, com outros nomes. Ele é alto, é forte, é durão (ele faz com que a gente ressuscite essa expressão, “durão”). É absolutamente honesto. Desconfio um pouco de seu machismo, de sua homofobia. É um humanista, mais um (um dos primeiros?) na categoria humanistas durões (de novo). Chandler merece a fama que tem. É o noir em sua melhor forma.
A louca matança, Chester Himes: Himes não tem uma trama tão boa quanto a de Chandler. Seu livro se constrói com muitos diálogos e poucas surpresas. Seus detetives, Ed Caixão e Jones Coveiro, não têm metade do charme de um Marlowe ou mesmo de um Poirot, de um Sherlock. Mas ele te prende desde o começo com um retrato vivo do Harlem da época, com suas intrigas e relações humanas. O que ele tem de mais legal, porém, não é isso. São as imagens. A cena inicial, por exemplo. Um reverendo cai da janela de um apartamento onde acontece um velório e se salva por aterrisar dentro de uma cesta de pães. Minutos mais tarde, um homem é encontrado esfaqueado dentro dessa mesma cesta. Profundamente visual, surrealista. Entende o Harlem e a cultura negra da época como um universo à parte, com outros códigos. A julgar pela leitura, é isso mesmo que parece ter sido.
O conto do amor, Contardo Calligaris: a rigor, esse não é um giallo, um policial. Mas trata de uma investigação, levada a cabo pelo que parece ser o alterego do Contardo, o psicanalista Carlo Antonini. Por isso o 1/2 do título. Antes de morrer, o pai de carlo lhe disse que acreditava ser um reencarnação de um pintor renascentista, e anos depois o narrador vai investigar para ver o que ele queria dizer com isso. É bom, bem construído (talvez até demais, como já foi observado: tudo se encaixa perfeitamente demais, parece uma defesa da existência do Destino). Trazer os pintores e artistas da Renascença e transformá-los quase que em personagens é uma tacada boa. É um livro bonito, para ser lido rápido. Deve funcionar melhor para quem se interessa por psicologia, psicanálise, coisas da mente. Lido perto de A interpretação do assassinato, faz ainda mais sentido.
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: livros, livros policiais
a primeira resenha
Julho 12, 2008 · 5 Comentários
Saiu hoje na Ilustrada, da Folha de S. Paulo. É a primeira. Acho que foi bem generosa, até nas críticas.
Crítica/”Inventário de um Escritor…”
Biografia lembra quixotismo de Caio Fernando Abreu
NOEMI JAFFE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A literatura e a vida estão cheias de histórias de pessoas desbundadas durante a juventude que, com a estabilidade profissional e supostamente emocional adquiridas com a idade, acabam por se tornar “caretas” ou, no mínimo, razoáveis. Caio Fernando Abreu não se enquadrava nesta categoria. Ao ser perguntado, por exemplo, no programa de Jô Soares, quando já se sabia portador do vírus da Aids e já era um escritor bastante reconhecido, se pensava em escrever um livro sobre a doença, Caio respondeu: “Vai que eu não morro! Com que cara eu vou ficar?” São histórias como essa que nos conta Jeanne Callegari, jornalista mineira, na biografia do autor, de nome “Inventário de um Escritor Irremediável”. Como alguém que não sabia nem desejava separar a literatura da vida, uma posição incômoda e muitas vezes constrangedora, a autora conta episódios relacionados aos vários amores de Caio (homo e heterossexuais), seus empregos, seus ídolos, sua constante falta de dinheiro, mesmo durante o sucesso. Clarice Lispector, uma de suas maiores paixões, o chamava corretamente de “Quixote”, ela que, como ele, também adorava o ovo e as galinhas. Caio era mesmo quixotesco por diferentes razões, algumas louváveis, outras um pouco mais complicadas para um escritor. Na fúria e na autenticidade com que misturava sua vida, suas loucuras e sua obra jornalística e literária, seu trabalho era mesmo quixotescamente admirável. Na iminência da eleição de Collor, por exemplo, o autor não hesitou em destruir nosso futuro presidente em sua crônica jornalística semanal. Pode-se também dizer que existe um pioneirismo na sua autoproclamação como “escritor pop”, para quem Cazuza e Rita Lee foram influências mais importantes do que Graciliano Ramos. Até aí, o Quixote único e louvável. O Quixote mais problemático aparece, entretanto, em uma certa indistinção, na linguagem literária, entre a linha que separa o óbvio (o que há de mais difícil na literatura) do autoral. Passagens como “é preciso abraçar a vida” ou “crave seus dentes na minha polpa maciaaaaahh” esbarram numa obviedade mais fácil, em que a mistura entre vida e literatura não contribui muito para esta última. A própria biografia também acaba pecando por esse mesmo problema, às vezes, como quando a autora fala de “finos pingos de chuva” ou “sempre construindo castelos em cima de nuvens”. Mas há que se perguntar se o lugar-comum não é, algumas vezes, o preço a ser pago pela coragem de fundir vida e literatura com tanta intensidade. Da literatura “pop” de Caio Fernando Abreu ainda sobra pano para muita manga.
CAIO FERNANDO ABREU: INVENTÁRIO DE UM ESCRITOR IRREMEDIÁVEL
Autora: Jeanne Callegari
Editora: Seoman
Quanto: R$ 28 (192 págs.)
Avaliação: bom
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: biografias, caio f., caio fernando abreu, crítica, jornalismo, livros, perfis, resenhas
convite
Julho 11, 2008 · 4 Comentários
a maior motivação de eu me mexer e criar outro blog é o livro. caio fernando abreu: inventário de um escritor irremediável, um perfil do caio f. vocês vão ler muito sobre ele por aqui (ele, caio, ou ele, livro, tanto faz). o lançamento será dia 29, e eu queria convidar a todos para beber um vinho comigo na livraria da vila da al. lorena. foram quatro anos de trabalho, sofri, suei, chorei, me desesperei, me animei, mas no final deu certo. nasceu o filhote. ‘bora comemorar!
Lançamento do livro
Caio Fernando Abreu – inventário de um escritor irremediável, de Jeanne Callegari
Local: Livraria da Vila (tel. 3062 1063)
Al. Lorena, 1731, Jardins, São Paulo
Data: 29/07/2008
Horário: das 19h às 22h
Categorias: blog · caio f.
Etiquetado: biografias, caio f., caio fernando abreu, jornalismo, lançamentos, livros, perfis
olá
Julho 11, 2008 · Deixe um comentário
olá. eu sou a jeanne. esse é meu novo blog. é um pouco site, também. quem me conhece, seja bem-vindo: vou tentar atualizar com mais freqüência, dessa vez. quem não me conhece, bem-vindo também: podemos nos conhecer e botar a conversa de toda a vida em dia.
Categorias: blog
Etiquetado: comunicados







