Jeanne C.

Entradas do Agosto 2008

Hoje

Agosto 27, 2008 · Deixe um comentário

Primeiro dia no emprego novo. Brr.

Categorias: Uncategorized
Etiquetado:

e o jeannecallegari.com.br?

Agosto 24, 2008 · 2 Comentários

Pra quem chegou aqui depois de olhar na orelha do livro e ver que meu site seria www.jeannecallegari.com.br, mas aí digitou esse endereço e não achou nada, restando apenas a opção de procurar o nome no google, uma explicação: eu tenho o domínio, mas não consigo, de jeito nenhum, direcioná-lo para esse wordpress. Eu sigo as instruções direitinho, mas não há jeito de a coisa dar certo. É tudo muito complexo e nebuloso para a minha cabeça. Espero conseguir resolver a coisa eventualmente, mas, até lá, peço desculpas a quem procurou o site e não achou.

Categorias: blog
Etiquetado:

Uruguai, Espanha

Agosto 15, 2008 · Deixe um comentário

em montevidéu, originally uploaded by Jeanne Callegari.

Comecei, finalmente, a subir as fotos das férias no Flickr. Coloquei algumas de Montevidéu e depois coloco as de Madri. Entrem lá.

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: ,

500 mortos

Agosto 13, 2008 · Deixe um comentário

Dizem que, muito tempo atrás, os médicos chineses tinham uma maneira peculiar de mostrar sua  experiência e currículo. Penduravam na porta de sua casa uma placa que indicava quantos pacientes já tinham morrido em suas mãos. Se o sujeito perdera 100 pacientes, isso indicava que tinha atendido muitos mais do que isso, e que sua experiência era grande. Se fossem 500 mortos, a mesma coisa. Quanto mais mortos, mais ainda ele tinha salvado. Assim é que se contava o currículo e a reputação do médico. Agora, não sei se a história é verdade ou mentira, se aconteceu de fato há muito tempo e talvez os médicos fossem japoneses, russos ou egípcios. Não consegui verificar. Mas ela contém uma verdade maior, que me foi revelada, assim como a história, por meu terapeuta velhinho: a nossa história é a história de nossos erros. Nós somos nossos deslizes corrigidos. A cada pisada na bola, deve-se comemorar, pois quanto mais se erra, mais experiência se adquire, e, assim, erramos menos. E chegamos mais perto do acerto.

Categorias: Uncategorized
Etiquetado:

Enquanto isso, em Uberaba…

Agosto 12, 2008 · 2 Comentários

Esse saiu já faz um tempo, mas só agora deu para escanear e colocar aqui. É uma entrevista que o Waldemar, do Jornal da Manhã, em Uberaba, minha terra natal, fez comigo, a respeito do lançamento do perfil do Caio Fernando Abreu. Quando eu estava no começo do curso de Jornalismo, aproveitei as férias para fazer um estágio (não-remunerado, por supuesto) no Jornal da Manhã. Foi um mês bem divertido, que me ajudou a entender o jornalismo feito nas cidades do interior.

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: , , , , , , ,

Damn good coffee!

Agosto 11, 2008 · 2 Comentários

Aproveitando a onda Lynch, escrevi sobre o livro Dale Cooper – Minha Vida, Minhas Gravações para o especial sobre o diretor do site Homem Nerd. Dale Cooper é o meu agente do FBI favorito, da minha série de TV favorita: Twin Peaks. Caso de amor à primeira vista. Leiam .

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: , ,

Em pedaços

Agosto 10, 2008 · Deixe um comentário

“A felicidade não tem mistérios.

As pessoas infelizes são todas parecidas. Uma ferida antiga, um desejo negado, um golpe na vaidade, um lampejo de amor extinto pelo desprezo — ou, pior, pela indiferença — aderem a elas, ou vice-versa, e assim elas vivem todos os dias envoltas num véu de ontens. O homem feliz não olha para trás. Ele não olha para adiante. Ele vive no presente.

Entretanto, é nisso que reside o problema. Existe algo que o presente jamais pode oferecer: um sentido. Os caminhos da felicidade e do sentido não são os mesmos. Para encontrar a felicidade basta que o homem viva apenas o momento; ele não precisa senão viver para o momento. Mas se deseja encontrar um sentido — um sentido para os seus sonhos, para os seus segredos, para a sua vida —, o homem deve se reinstalar em seu passado, por mais sombrio que seja, e viver para o futuro, por mais que seja incerto. Assim, a natureza acena a todos com a felicidade e o sentido, insistindo apenas para que escolhamos entre eles. “

Jed Rubenfeld, em A interpretação do assassinato.

Categorias: em pedaços
Etiquetado: ,

Idéias são como peixes

Agosto 8, 2008 · Deixe um comentário

Hmmm

Originally uploaded by Eduardo Nasi

David Lynch ontem, na palestra da Livraria Cultura. Uma multidão para vê-lo, foi incrível. Como disse o Dudu, muito mais gente que nas sessões de filmes dele.

Lynch veio falar basicamente da meditação transcendental, que ele pratica há 35 anos, vinte minutos de manhã e vinte à noite, todos os dias. Seu livro sobre o assunto, Em Águas Profundas, foi lançado há pouco tempo no país.

A idéia dele é simples: idéias são como peixes; se quiser pegar só os pequeninos, dá pra ficar no raso, mas se quiser grandes peixões, precisa mergulhar fundo, e a meditação transcendental proporciona justamente isso.

Ele promete que a TM traz felicidade, paz, criatividade e entendimento infinitos. Bom, sendo ele um gênio, fácil entender que ele sai mais criativo desse processo. Mas me convenceu. Vou tentar meditar, alcançar o Corpo Unificado e mergulhar na felicidade pura.

Quanto à criatividade, bem, só estar no mesmo ambiente do Lynch já me deixou mais criativa. Vinte minutos de Lynch de manhã e vinte à noite, hummm, isso seria bom para a criação, hem?

Categorias: Uncategorized
Etiquetado:

Ficção de si mesmo

Agosto 6, 2008 · Deixe um comentário

Mini comenta a entrevista do Contardo Calligaris à Zero Hora e a idéia do psicanalista da vida como narrativa, de que estamos o tempo todo compondo nossa história, que também é permeada pelas histórias dos outros e das coisas que lemos e ouvimos. Ele diz também que, por conta disso, os príncipios que regem nossa vida são muito mais estéticos do que éticos. Eu me lembrei do que o analista do meu namorado disse a ele uma vez: a diferença entre tarô, astrologia e religiões da psicanálise é que nos primeiros se trata de uma mitologia coletiva, e na segunda da mitologia pessoal de cada um, dos mitos que se cria para si mesmo. Não sei quais as palavras que ele usou, obviamente, mas a idéia era essa, e ficou na minha cabeça desde então.

Estamos o tempo todo construindo um mito próprio, dando sentido a ele, fazendo com que nossos atos não sejam sem significado, mas parte de uma coisa maior – nossa história. A terapia é uma das maneiras de se alcançar essa narrativa, que tem pouco a ver com uma verdade absoluta, um conceito que, nesse caso, não se aplica. A narrativa, a história, o mito mudam todo o tempo. Por isso é que, desafiando todas as regras da Física, podemos mudar o passado. Mudar o significado do que foi e como isso nos afeta. E é curioso como temos necessidade dessa narrativa, como precisamos dar um sentido ao que, sem isso, seria apenas uma sucessão enfadonha de fatos. É uma forma de acreditar em Destino, mas um que nós mesmos construímos, não um Deus; e, de certa forma, uma maneira de enfrentar a morte. Há algo de extremamente estético no suicídio, ou pelo menos no fascínio que ele exerce em muitas pessoas: a possibilidade de escolher um desfecho, e um desfecho dramático. Mas aí pode ser que eu esteja indo longe demais.

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: ,

No Diário de S. Paulo

Agosto 6, 2008 · 1 Comentário

 

Saiu segunda-feira, mas lerda como sou, só estou postando agora. É uma reportagem sobre o livro no Diário de S. Paulo, escrita pelo Fernando Oliveira. Bem legal.

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: , , , , , ,

Lançamento

Agosto 4, 2008 · Deixe um comentário

O lançamento foi terça passada. Foi mega legal: apareceram muitos amigos, a família veio de Uberaba, revi bastante gente. E a Livraria da Vila da Lorena tá tão bonita, né? O Du tirou algumas fotos.

Matriarcado: eu, minha mãe, minha prima Milena, e a tia Laura, no canto

Visão geral: Lilia, Liliane, Erich à frente, Alexandra e Lígia logo depois e todo mundo atrás

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: , , , , , ,