Aproveitando a onda Lynch, escrevi sobre o livro Dale Cooper – Minha Vida, Minhas Gravações para o especial sobre o diretor do site Homem Nerd. Dale Cooper é o meu agente do FBI favorito, da minha série de TV favorita: Twin Peaks. Caso de amor à primeira vista. Leiam lá.
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Damn good coffee!
Agosto 11, 2008 · 2 Comentários
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Idéias são como peixes
Agosto 8, 2008 · Deixe um comentário
Originally uploaded by Eduardo Nasi
David Lynch ontem, na palestra da Livraria Cultura. Uma multidão para vê-lo, foi incrível. Como disse o Dudu, muito mais gente que nas sessões de filmes dele.
Lynch veio falar basicamente da meditação transcendental, que ele pratica há 35 anos, vinte minutos de manhã e vinte à noite, todos os dias. Seu livro sobre o assunto, Em Águas Profundas, foi lançado há pouco tempo no país.
A idéia dele é simples: idéias são como peixes; se quiser pegar só os pequeninos, dá pra ficar no raso, mas se quiser grandes peixões, precisa mergulhar fundo, e a meditação transcendental proporciona justamente isso.
Ele promete que a TM traz felicidade, paz, criatividade e entendimento infinitos. Bom, sendo ele um gênio, fácil entender que ele sai mais criativo desse processo. Mas me convenceu. Vou tentar meditar, alcançar o Corpo Unificado e mergulhar na felicidade pura.
Quanto à criatividade, bem, só estar no mesmo ambiente do Lynch já me deixou mais criativa. Vinte minutos de Lynch de manhã e vinte à noite, hummm, isso seria bom para a criação, hem?
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caio no cinema
Julho 23, 2008 · 4 Comentários
O Cine Clube LGBT, do Rio de Janeiro, vai fazer uma sessão especial Caio Fernando Abreu, com a exibição dos curtas Dama da Noite, Sargento Garcia e o mais longuinho Aqueles Dois. Pena que é só no Rio. Bem que alguém podia organizar uma sessãozinha por aqui, né?
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entrevista – guilherme de almeida prado
Julho 21, 2008 · Deixe um comentário
Guilherme de Almeida Prado, cineasta e amigo do Caio que acabou de lançar o filme Onde Andará Dulce Veiga, baseado na obra do autor, deu entrevista para Gisela Anauate, no blog Mente Aberta, da revista Época. Aqui um trechinho: “Não que eu quisesse, mas o personagem tem muito do jeito do Caio de falar, de andar, de fumar sem parar. A máquina de escrever usada no filme é igualzinha à que ele usava. E se o Caio fosse escolher um ator para interpretá-lo, ele chamaria um bonitão como o Eriberto Leão (risos).”
O que eu achei do filme? A princípio, gostei. No momento não consigo ter muito distanciamento; estive tão envolvida com Caio que meu julgamento fica meio embaçado. Eu achava que a Dieckmann não ia convencer no papel de roqueira, mas olha, ela foi até bem, fez um belo personagem, talvez um pouco caricato demais (tipo a Juliette Lewis na sua banda, sabe? Todos os clichês do rock ao mesmo tempo). Eriberto faz um Caio forte e sarado demais, mas funciona (tirando aquele cabelo alisado, uma textura que não entendi muito bem), e a Maitê faz bem o papel de musa noir, embora duble as canções, o que é sempre meio esquisito. Reviravoltas, referências, eu gosto da história. O happy ending parece happy demais, não apenas a redenção que Caio costuma sugerir. Preciso ver de novo para ter alguma conclusão mais concreta, eu acho.
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